domingo, 17 de novembro de 2013

BATISCAFO(BATISCAFO!) - nomenclatura terminologia



Fulica atra
Posso distorcer a realidade
qual fosse eu ( e o sou!)  um Destróier
no fundo do fosso,
da Fossa  das Marianas
visitada por um oceonógrafo
e um engenheiro num Batiscafo(Batiscafo!):
entrementes, envidei esforços
no sentido de ser
o que não sou de-ser,
nem  de saber
: Sou o Destróier,
o Contratorpedeiro em alto mar
a martirizar o sal do satírico
enquanto não sou o que sou.
Em que tempo sou o que sou
e em que tópos, tropos...?

Todavia, a toada de toda a vida
entra em cantiga de roda
para dizer  de ronda
ou em rondó de cavalinhos
que a vida é guerra
até no catre das cativas herbas.
Sabe-o o herbolário
e o astrolábio serve
áquela senhora briosa,
venal e beligerante
amante de César
que escreveu o belo
"De Bellico Galico":
belo somente em letras,
pois fora delas
perpetua o bélico
exército da Roma imperial.
Mas dentro em mim
cacareja uma carqueja("Fulica atra")
de inaudível canto vegetal
a celebrar versos derramados
sobre meu amor
o qual se enrama e se esgalha
na Cassia de floradas amarelas:
um amor, uma paixão vital("Vitaceae")
que sobre pela paredes
em lianas, trepadeiras...
e carquejas voadeiras.

Entretanto, sem a forma arbustiva da Cassia
não há pigmento
para a clorofila
e o violinista verde
- de verde chuva
não toca à toca,
desconstrói o nicho com amarelo-canalha,
pois, destarte, não haverá flora,
tampouco florentina obra de arte
em Florença;
nem frontão,
florão não :
Cimabue, Giotto.di Bondoni, Brunelleschi... sim!
no cimo de Santa Maria del Fiori, Duomo :
Basílica básica ( sem basilisco!),
catedral, cuja flor é o "lilium":
da Casa e Jardim das Hespérides,
nas terras de Minha Mãe..:
- minha mãe em fio terra!
( A terra e mãe
e a Cassia que se ergue da terra
são a mesma coisa
no amálgama da vida :
via do amor e crucis.).
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sábado, 16 de novembro de 2013

PALATO(PALATO!) - nomenclatura terminologia

O principezinho,
que hoje é meu neto,
na antevéspera de seu quarto aniversário
( quatro anos de idade!)
dorme e acorda
com a fantasia do homem-aranha
e chora se não dormir e acordar
com a veste
do herói do gibi
mas sem as penas da íbis.

Esse pequeno príncipe
tem o tamanho do meu mundo
no asteróide que habita.
Ali não coabita,
nem é cenobita.

Meu neto, o pequeno príncipe,
pode até estar em solidão num asteróide,
mas convive no planeta terra
com outros milhões de crianças
que não lhe deixam provar
da solitude
que pasta dunas no deserto
do Saara.
Uma seara?!

Na solidão sem solitude
exercita seu poder de diálogo,
dia-a-dia, légua-a-légua
com as fricativas,
sibilantes serpentes do logos,
logo estridentes entre dentes,
língua e dentes,
uvulares...logo,logo
com os filólogos
a dizer o logos
ou daná-lo.
(Palato? Palato mole...
Lá fora a mole
do edifício
quiçá engole
gole  de vento em fole
de gaita de fole,
cornamusa,
museta, mussete...
Alfred de Musset
que canta em chanson
o lado lato do latim
em latitude?...
Lá é tudo! : lar).
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PALATO (PALATO!) - glossário wikcionario

O principezinho,
que hoje é meu neto,
na antevéspera de seu quarto aniversário
( quatro anos de idade!)
dorme e acorda
com a fantasia do homem-aranha
e chora se não dormir e acordar
com a veste
do herói do gibi
mas sem as penas da íbis.

Esse pequeno príncipe
tem o tamanho do meu mundo
no asteróide que habita.
Ali não coabita,
nem é cenobita.

Meu neto, o pequeno príncipe,
pode até estar em solidão num asteróide,
mas convive no planeta terra
com outros milhões de crianças
que não lhe deixam provar
da solitude
que pasta dunas no deserto
do Saara.
Uma seara?!

Na solidão sem solitude
exercita seu poder de diálogo,
dia-a-dia, légua-a-légua
com as fricativas,
sibilantes serpentes do logos,
logo estridentes entre dentes,
língua e dentes,
uvulares...logo,logo
com os filólogos
a dizer o logos
ou daná-lo.
(Palato? Palato mole...
Lá fora a mole
do edifício
quiçá engole
gole  de vento em fole
de gaita de fole,
cornamusa,
museta, mussete...
Alfred de Musset
que canta em chanson
o lado lato do latim
em latitude?...
Lá é tudo! : lar).
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domingo, 10 de novembro de 2013

SOEZES(SOEZ!) - glossario wikcionario etimo

 
Feliz quem leu "O Pequeno  Príncipe,"
obra-prima da lavra de Saint-Exupéry
- aquele piloto-poeta-viajor do deserto
com seu frágil avião
que ficou enterrado nas dunas do deserto,
encalhado no silêncio
do motor do aeroplano
sem plano de geômetra,
no meu romanceiro
que não coaduna com as demais versões.

Feliz para sempre
quem leu, lia (liana!),
está lendo num estalo
ou lerá os planos do escritor,
com planos de voo ao planador
em travessia pelo deserto
para as crianças que correm
em estado de felicidade aristotélica.
Estado de fato.
Estado de graça,
Maria da Graça!

Quem descobriu, reencontrou,
o menino, a menina,
em sua avó, sua mãe, pai. avô,
tataravô, tataravó...
tatalando no ruído do motor em pane
do aeroplano que vai descaindo
- feito coração de mãe!... Mãe
( Tateio a voz no escuro.
Tateada a treva...)?!
Quem reinventou
ou aventou tal história?!...

Tenho compaixão, comiseração,
por aqueles que não leram
"O Pequeno Príncipe"
e se transformaram em adultos
sem senso de esteta,
estelas contendo o Código de Hamurábi...
porque não encontraram
na bifurcação do caminho
o menino e a menina que  buscavam
em sua bisavó, seu avô...:
em si mesmo!
- quando ainda estavam no ninho
provando das primícias do caminho
e do carinho fabuloso das aves.

Até achar o amor
a solidão, a solitude do deserto
povoou os arredores e arrabaldes circunvizinhos.

Empós a paixão devastadora,
vários Stradivarius,
variados, variegados, varados
pela paixão do amor,
derramaram sentimentos
no varão : pela baqueta;
no varano, pelo verão;
na vara, pela flor da alcaparra.

Vários Stradivarius fizeram tremer de paixão
a madeira da qual foram confeccionados
ao amar a música
que se ouvia e envolvia!
Todavia, houve quem ficasse no olvido :
pois não achando sua paixão no chá,
nem na chávena,
ficaram sem razão de ser
nas  matemáticas fundantes
do escabelo e dos Cabelos da Berenice :
a Coma da Berenice,
derreada e entregue ao ato de amor sexual,
porquanto sem amor no enlace matrimonial,
que é um teatro,
um ensaio sobre as paixões e apetites,
aos quais a razão matemática semelha
ao armar o amor
escorregadio nos dedos
do virtuose violinista
que toca o Stradivarius
copiando os trejeitos
dos dedos de Paganini
ao Stradivarius que leva um Amati ao vento
( e um sapoti à boca da noite!),
não há alegria e alarido
de alecrim no campo
tal e qual havia
quando eu vagava livre
sobre a ponte que cobre
um pequeno trecho
do rio São Francisco...
- Um pequeno entrecho
que era um Pequeno Príncipe,
mas um grande principado...
( o mel que umidifica o amor
é o orgasmo : seu clímax
ou  ponto culminante da paixão
levada ao corpo lavado enfim!
- Limpo do mundo dos homens soezes(soez!)).

Ler "O Pequeno Príncipe"
é ler-se ( um não-autoanalfabetismo!) :
"O Pequeno Príncipe"
é cada um de nós :
o poeta menor
que guardou a infância em poesia de gaveta.
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domingo, 3 de novembro de 2013

CISTRE(CISTRE!) - nomenclatura terminologia


Ficheiro:Cistrum ou Citola.JPG
O incompleto não existe
é meio
do caminho
metade
do caminhante
e da meta
do caminhão
em declive ou aclive.
( O caminho
é o próprio caminheiro,
o andejo,
mas não o adejo
da mariposa sem pejo
que vejo viajor).

O completo existe
E é o ser
em forma e pharma
vinculado ao amor
que une com sua cola
as partes incompletas
e inconclusas
num todo completo
complexo.
Complexão
que cobra
a cobra
de cabo a rabo:
ofídio anelado).

Dentro e fora do verbo
in verbis e logos
a completude
e a incompletude
urde trama
na imobilidade do ser
e não-ser
ou na volúpia por movimento
expresso no princípio
do pensamento heraclítico
bem como na superação dialética
retesada pelo pensar aristotélico
que tira e atira a flecha de Zeno, o eleata,
- do arco em paradoxo vergado
pronto e apto a alvejar a aporia
afiada na filosofia de Zenão de Eléia
a denegar o movimento.

O cão é completo
mas ganha outro estofo de completude
ao se unir
na complexidade conexa
da cópula
do macho e da fêmea :
cão maior e cão menor
no céu mentor de luz
acasalados.

Canis Majoris e Canis Minoris
no arco dado abobadado do céu
cava uma cova
que é uma veia cava
e um veio de ouro
- ouro de não tolo
ouro de sábio
ouro de vida
com vida
que deixa quedar semente
ao inspirar e expirar
no oboé
em boca que é
para oboé
enunciar solenemente
o princípio
e o príncipe
bem-nascido menino
nos Jardins da Hespérides
que respira e alimenta o fogo
em usina existente na planta da vida
da engenharia e arquitetura
dos gênios telúricos
que habitam os verdes na clorofila,
leito, leite e mel da vida
que, todavia, também
enterra no ventre da terra
para a morte
e o renascimento
o animal e o inseto
cuja planta da vida
feneceu no androceu e gineceu
do vegetal sistema de inteligência vital
do animal e da planta
pois este é seu
meio de vida
em meio ao ambiente,
no abraço acolhedor do bioma
que nos ama
tal e qual mãe e amada.

A semente é porção,
poção, princípio do jângal;
metade do caminho
na bifurcação que leva
do vegetal ao animal :
flexão de bem e mal
se há tal e qual
apartado da doutrina de Maniqueu;
coito de gineceu e androceu,
acasalamento de macho e fêmea no cio,
amor apaixonado
- de homem trovador
e mulher encantada
a ouvir  suas cantigas de amor
ao som do alaúde ou cistre(cistre!).
Cítola.

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

POSTULANTES(POSTULANTES!) - nomenclatura terminologia


Não somente a ciência é uma escolha dentro do leque de opções em um contexto dado, mas todo o resto também é uma  escolha humana. Essa escolha determina o que é melhor para aqueles que possuem a hegemonia política e oferecem o que é o melhor aos membros que possuem o poder, não aos postulantes. Os postulantes ficam a postular..., digo,  a ver navios... no mar seco em terra firme, enquanto os senhores clamam do alto da gávea, alto e bom som, de forma provocante : "terra à vista!".
  Quem determina as escolhas são menos os indivíduos e mais os representantes dos indivíduos : seus tiranos, seu grupo social, os oligarcas ou aristocratas que os representam forçosamente enquanto políticos. Políticos aqui destila o sentido lato : todos os líderes são políticos de fato ou de  direito, conforme o derrame das leis ou dos fatos,

do universo do direito ou do mundo de fato, não cultural, natural, selvático.
  A opção reflete inclusive e, principalmente, o pensamento de um povo dominado por dentro, através de  sua oligarquia em poder do gládio da justiça  cega e vendada e (e também ou), por fora, por meio  seus conquistadores imperiais, os quais a todos ameaçam passar a fio de espada, caso ousem levantar os olhos ou o pescoço de dura cerviz
( "carne de pescoço!" são essa gente de dura cerviz!, ó senhores escribas de requintada hipocrisia, instrumento que os torna aptos aos atos maquiavélicos do governo. Os bons são crucificados e engrossam a fileira dos santos mártires, pois não dobram o cachaço, antes fazem ouvir o dobre dos sinos em trágicos responsos).
   Observe o caso gramatical, lógico e ontológico, senão antológico, da sabedoria, do conhecimento típico do grego: a filosofia; o grego da Hélade, um povo "sui generis", que engendrou mentes personalíssimas e inteligentíssimas, para usar da expressão feliz até o sorriso feliz posto por Aristóteles em "A Ética a Nicômaco" e na face do homem que engendrou a fortuna crítica de Drummond, com a  locução originária da pena do crítico literário, musical e erudito  Otto Maria Carpeaux quando comentava a obra poética-filosófica-política do escritor Carlos Drummond de Andrade, um poeta bem-nascido, alinhado, alinhavado em versos, oitavado em anjo torto. "Gauche". Homem inteligentíssimo e personalíssimo, no dizer de Otto Maria Carpeaux.
  A filosofia grega não é o pensamento : a filosofia nativa da Hélade não é o pensamento  chinês, nem judaico, tampouco alemão, nem mesmo o pensamento grego; porém uma escolha em contexto da Magna Grécia de uma forma inovadora de pensar, abrir a questão à discussão dialética; uma maneira de abordar a questão questionando-a livremente, de forma ociosa. 
'Hodiernamente" não há mais Magna Grécia, Hélade, e nem , concomitantemente, filosofia grega. Restam no resto da divisão do quociente alguns filosofemas. Nada mais. Inobstante, existem ainda filósofos gregos, espíritos livres com o corpo preso ao capitalismo animal, que anima a alma no pasto e o corpo no repasto.
  Não obstante sobreviver sem a filosofia grega, que é um processo o mais teórico e abstrato que existe, o pensamento chinês, tecnicamente, ou seja, no fazer, fez o que o ocidente fez e faz tecnologicamente, mesmo  antes da Europa romper a barra da alva com a  barra do chocolate branco e do sorvete equilibrista no  pequeno bastão que o segura ou o amarra (ou Amarna?, Faraó...); bastão esse que prende o gelo no palito, antes de ir ao palato, e que, para conceber tal técnica,  não precisa de nenhuma palavra grega ou chinesa ou portuguesa para arrostar a existência ou para amarrá-la à natureza e, consequentemente, à vida que, em parte, é mais que a existência e em parte menos, conforme seja a exegese produzida pelo  filósofo vital ou pelo erudito macabro, que busca a morte entre as  traças e os carunchos que visitam os alfarrábios, eivados de "bios" (biocultura, bioma) em pântano. Tremedal tremendo!
  Sim, asserto que o filósofo é um ser vital porque toda filosofia tem um componente essencial ( jamais acidental) de humanismo, o que não ocorre com as demais formas de raciocínios, os quais  são deletérios ao  ser humano e ao bicho-de-luz: ao vagalume, ao pirilampo, à mariposa.
   O filósofo genuíno não pensa sem a vida : sempre conta com a vida antes e depois de pensar, o que não ocorre com outros tipos de eruditos. O filósofo pensa contando com o homem no processo humanitário, pensa e sonha com o homem feliz de Aristóteles e não o chim infeliz olvidado pela poesia, pintura e pensamento chinês, que não contempla o indivíduo, senão o poderoso mandarim e tipos afins.
  O homem oriental está nos tratados chineses como coisa, objeto de uso, não como ser humano, pois não há humanismo no pensamento racional, mas apenas na filosofia, a qual ultrapassa os limites da razão, une poesia ( utopia) e razão fria ( "Scientia rationis"!).
   A filosofia grega implanta o homem no homem; cria, inventa o indivíduo.
 A criação do homem enquanto indivíduo pela filosofia helena. Puro helenismo!

 Ficheiro:Anforagrega-atenas.jpg
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domingo, 20 de outubro de 2013

LULAS(LULAS!) - nomenclatura terminologia


A Jarro de vinho
O pensamento da ciência moderna e coeva é todo o pensamento de Aristóteles : é uma invasão ao pensamento do estagirita, pensamento esse que nos invade e nos domina, enquanto ciência, mesmo antes da Idade Média, entre os árabes, depois de ser o fundamento teórico do mundo romano e da Hélade gloriosa; ou : o espírito de Aristóteles paira soberano sobre as águas que inundam e afogam a ciência moderna e contemporânea; ainda : a filosofia de Aristóteles é o método, a lógica silogística, ou seja, o silogismo, a ontologia que põe o ser do pensamento hodierno no mundo-cão (mundo cão?, senhores cínicos!).
Enfim, o pensamento do filósofo Aristóteles é a ciência atual que perdeu o fio da meada ( ou de Ariadne) ao passar e perpassar pela mente de inúmeros filósofos e pensadores da modernidade, pós-modernidade ou o mais que seja rotulado de moderno pelos devotados devotos com ex-votos que, concomitantemente, foram devorados pelo Minotauro em passos ritmados pelo labirinto do Palácio minoico de Cnossos(Knossos).
Esse pensamento originário na mente do filósofo do Liceu e em torno de seu contexto( derrame de contexto!), é a ciência moderna, coeva, a viger na forma clássica , foi uma escolha do estagirita, dentre outras escolhas possíveis e passíveis de ser  feita no bojo do pensamento do filósofo que, por sua vez,  descamba em escolhas colhidas por outros pensadores e filósofos pósteros.
O pensar do filósofo fundador do Liceu é uma opção dentre outras opções do seu próprio pensamento possível e passível num contexto historial, cultural, intelectual, tendo como substrato línguístico, gramatical, semântico no grego da época do ser pensante em filosofia ou com a perspectiva filosófica que, anteriormente, não era opção disponível no universos das culturas e civilizações sobre a  face da terra, - pensamento esse eleito dentre outras pensares possíveis e passíveis de ser falso ou verdadeiro, a consonar com  a conclusão e a exclusão do silogismo que põe o princípio da contradição ou do contraditório, princípio fundante do saber, do conhecimento e da justiça,  se a há.
O pensante estagirita elege uma metafísica ( um pensar puramente teórico, abstrato, lógico, separado dos objetos concretos) fundando uma gnosiologia, uma epistemologia com um pé na metafísica ( universo pensado) e outro na física ( o mundo sensível,  sentido), que pensa para lá do ser e para além do pensar físico da ciência comezinha. Retira o corpo à ontologia e se reveste da couraça do besouro da metafísica, que ouve Beatles.
O mundo ocidental pensa Aristóteles na gramática, filologia, ontologia, metafísica...bebe o filósofo na cultura, tem-no embutido na civilização, desenhado nos signo de suas obras literárias-filosóficas.Literatos, filólogos, estetas, filósofos de longa vadiagem...de longo curso de vagabundos pelos prelos dos mundos..., pobres derviches adoradores do cosmos e amantes da pobreza sanfranciscana, que os deixa livres, sem as cadenas da fortuna ou do casamento, que é uma forma  do fandango...
Aristóteles é o ocidental pensante, postado por Rodin, que o aniquila ao afogá-lo nas águas do pensar filosófico, qual outro Narciso sem trama no mito.
Não existe ciência alguma, mas várias formas eletivas de ciência, dentre as quais uma somente é eleita para ser a representação da ciência ou a ciência escolhida. No caso da cultura e civilização do ocidente..., senhores e senhoras do peixe, amigos e companheiros peixeiros que vendem a religião sob o signo do senhor das águas cristalinas dos riachos e dos mares verdes, azuis, de písceas águas, piscinas para pescados, pescados tratados sob psicultura : polvos, lulas(lulas!), mariscos, siris, caranguejos, crustáceos ...:ei-los : os pescados!, ó cristãos de pouca fé!
No que tange à técnica, é o  primeiro pensar e agir pensando-pensante, ou o pensante. A técnica é  anterior a essa eleição teórica de Aristóteles, a  qual se revirou em teoria denominada tecnologia : o logos, o dizer, a teoria do fazer (tecnicismo), o fazer pensante,  filosofante, teorético, haurido do teorema que aflige o fazer sem pensar : fazer acrítico, anti-kantiano, proto-kantiano, pré-kantiano, pós-kantiano,  antes e depois do pós-guerra.

 Ficheiro:Anforagrega-atenas.jpg
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